O controlo de iluminação por deteção de movimento não tem que ser inestética

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A iluminação na Hotelaria representa um papel fundamental na criação de ambientes confortáveis, mas é também um fator primordial de segurança para os hóspedes e funcionários. Muito embora a introdução dos LED’s tenha permitido baixar significativamente os consumos de energia, a iluminação continua a ter um importante custo na fatura anual da energia.

A utilização de detetores de movimento permite reduzir os consumos de energia mas também os custos de operação ao prolongar o tempo de vida útil das luminárias. Se bem que os LED’s vieram trazer vidas úteis dos equipamentos muito superiores aos que se tinha com as lâmpadas mais tradicionais, implicam hoje na maioria das vezes a substituição integral das luminárias, o que em alguns casos pode levar a custos de substituição / reparação elevados. Os detetores de movimento ao ligarem a iluminação apenas quando está é necessária (as pessoas estão presentes) reduzem o número de horas de funcionamento diárias, permitindo expandir a vida útil dos equipamentos por alguns anos. Por outro lado, se a iluminação for regulável e utilizando os chamados detetores de presença, equivalentes aos detetores de movimento, mas com capacidade para regular a iluminação artificial em função da contribuição da iluminação natural, é possível reduzir o consumo de energia, mas também prolongar o tempo de vida útil das luminárias, uma vez que estas irão funcionar em regimes mais baixos.

Durante muito tempo existiu alguma resistência à utilização deste tipo de equipamentos, por questões estéticas. Mas tal como noutras tecnologias a deteção de movimento PIR (passivo infravermelhos) evoluiu substancialmente tornando-se cada vez mais reduzida, são disso exemplos os detetores PD9 com 44mm de diâmetro onde a lente tem apenas 22mm ou PICO que têm apenas 33 mm de diâmetro incluindo o aro com apenas 4mm de espessura. No entanto mesmo com a sua reduzida dimensão têm uma cobertura equivalente aos detetores de maior dimensão, permitindo utilizar poucos equipamentos no teto para deteção de movimento. Outro exemplo muito apreciado pela maioria dos arquitetos é o detetor PD11 que fica totalmente Flat no teto, ficando apenas 0,88 mm fora do teto. Quando se olha em profundidade para o teto fica completamente invisível.

Outra tecnologia muito interessante para a deteção de movimento e totalmente invisível são os detetores de radar. O seu funcionamento é similar ao dos sensores de estacionamento que hoje encontramos nos carros. Esta tecnologia tem como vantagem o facto de o sensor poder ser escondido por trás de elementos decorativos uma vez que a deteção pode ser feita através de madeira, vidro, plástico ou mesmo paredes de alvenaria permitindo assim deixar o detetor completamente invisível. Tem ainda a vantagem de a deteção de movimento ser independente da temperatura e por isso pode ser usado para deteção de movimento dentro de piscinas, saunas, ou câmaras frigorificas, locais onde habitualmente a tecnologia PIR pode apresentar alguns problemas.

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